Poesias, pensamentos e falta do que fazer

Uma aventura sempre traz muitas horas de reflexão sobre a vida e auto-análise. Este blog foi criado para compartilhar um pouco da minha historia e momentos vividos em uma nova etapa da minha vida. Morar sozinho em Brasília.

Nome:
Local: Brasília, DF, Brazil

Um baré de coração arataca perdido na capital do país.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Diário de Bordo


AAAATCHIM! Nossa, a poeira por aqui está demais.


Já passava da meia noite e eu estava sem um pingo de sono. Apesar de ter tomado uma breja pra dar uma relaxada um papo gostoso foi fluindo e quando vimos os ponteiros do relogio já estavam mais que avançados. Era hora de dar um ultimo trago e esperar o sono na cama. Hora da alvorada? Tres da matina.

Após um breve cochilo já estava me acomodando no banco de trás do carro e me ancorando com o sinto de segurança. Partimos para o Rio de Janeiro de acordo com o cronograma, pontualmente as 4:00 e o friozinho na barriga da ansiedade em rever uma pessoa especial e que tanto amo começava a aparecer.

Pegamos a saída sul do Distrito Federal e seguimos pela BR 040. A estrada está um tapete, mas infelizmente a falta de sinalização na pista requer atenção redobrada quando se viaja a noite. No trecho de Cristalinas o que te guia na estrada é a diferença de cor entre o asfalto e a vegetação à margem da pista.

Após quatorze horas de viagem chegamos a Cidade Maravilhosa. Um pouco de engarrafamento para aumentar a ansiedade e a vontade de sair do carro finalmente chegamos ao nosso destino. O cansaço era visível no rosto de todos. As poucas horas de sono na noite anterior já embaralhavam minhas idéias e manter os olhos abertos já exigiam uma força sobrenatural. Apaguei no sofá enquanto tentava interagir em uma conversa, nem lembro quando foi eu só sei que foi assim!

O final de semana foi frenético! No sábado o sol estava um pouco tímido e mesmo escondido entre as nuvens ele conseguiu nos castigar. O tempo nublado e com direito a chuva pra nos expulsar da praia foi suficiente para causar insolação. O resto do sábado foi em casa ir pra rua com o corpo dolorido e castigado do sol nem pensar.

Domingão fui ver a família e terminei a noite na Lapa com meu primo e meus amigos. Tava morrendo de saudade dos primos e da tia e passamos uma tarde maravilhosa com direito a muita conversa e bagunça.

Na segunda o dia estava lindo! Mas pegar sol nem pensar, era dia de programação light afinal na madrugada da terça pegaríamos a estrada de volta. Foi dia de comer comida japonesa, dormir a tarde e perder o sono a noite. Resultado: Ficar acordado até a hora de pegar estrada.

Sair de madrugada é bom porque não se tem despedidas. Foi apenas um beijo na testa enquanto ela tentava entender o que estava acontecendo e um sussurro junto ao ouvido pra dizer o quanto a amo e dizer que a espero em Brasília. Tava na hora de me acomodar no carro e pegar estrada novamente.

A subida da serra de Petrópolis foi um pouco tensa, a neblina e a chuva atrapalhavam a visibilidade e pouco tempo depois o sol apareceu para dar uma ajudada no nosso caminho. As cochiladas atrapalhavam o meu papel de copiloto e acordava já próximo dos guichês de pedágio, corrida para separar o dinheiro e não perdermos tempo parados.

Um pouco depois de Juiz de Fora nos deparamos com um acidente. Carreta tombada na pista, transito completamente parado. Acontecera minutos antes e éramos um dos primeiros da fila. Aguardamos o trabalho dos Bombeiros (Os Anjos do Asfalto) para retirar a vitima da cabine, ele passava bem e tinha alguns arranhões. Assim que deu uma brechinha conseguimos passar ao lado do caminhão ainda tombado na pista e continuamos nossa jornada.

Acabei não resistindo e apaguei no banco de trás e acordei já próximo de uma cidadezinha mineira que muito me atraiu o nome, ressaquinha.Será que pra viver bem lá é só permanecer bebendo?

Paradas rápidas só pra esticar as pernas, tomar um cafezinho e comprar um lanche. Perdemos muito tempo no acidente e com a neblina na serra e o almoço foi no carro mesmo. Churrasco, coca-cola e muita lambança, com direito a banho de refrigerante. Ainda bem que não tinha farofa.

Conseguimos recuperar o tempo perdido e chegamos em casa praticamente no mesmo tempo da ida. Todos mortos de cansado e de fome.

Ainda estou me recuperando de tanta estrada, mas morrendo de saudade de todos que ficaram no Rio: familia, Belle (Wilbor) e Rodrigo (Digo Digo, que toma umas paradas fedorentas que é capaz de ressuscitar o Michael Jackson) e é claro das horas de carro em companhia dos pais deles.

Quando será mesmo a próxima viagem?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Resumido a 140 caracteres

Faz muito tempo que não escrevo no blog. Idéias mil para escrever, muitos rascunhos rabiscados em guardanapo e muitos arquivos TXT com pensamentos soltos e tópicos a serem abordados. Mas infelizmente nada foi concluído. Sempre preciso de motivação para escrever, seja ela boa para provocar boas risadas aos amigos que lêem meus textos, para expressar meus sentimentos ou simplesmente para desabafar o que me causa angustia.

Tenho um velho e bom amigo, que tive a oportunidade de conhecer-lo quando ele dirigiu a filial de uma empresa que trabalhei, que sempre dizia: “Palavras se perdem ao vento, mas o que está escrito dura a eternidade”. Por este motivo resolvi escrever hoje, pra aliviar minha angustia e deixar registrado este dia para que nunca me esqueça.

Por trás desta pessoa brincalhona que muitas pessoas conhecem existe um Bruno que tem uma língua afiada e ferina que muitas vezes magoa as pessoas. Fui doutrinado a saber levar “mijadas” sem demonstrar nenhum tipo de emoção e a dar esporros capazes de desequilibrar emocionalmente uma pessoa. Muitas vezes, essas características tão diferentes se misturam e o que era pra ser apenas uma brincadeira, acaba magoando as pessoas que gosto.

Quando se fala uma besteira pessoalmente, é possível perceber através das expressões faciais e comportamentais da pessoa e no momento exato tentar se explicar, se esta for a intenção. Mas no mundo virtual não é assim. Por mais que existam os emoticons e varias outras formas de onomatopéias, nem sempre o entendimento é o mesmo do que se quis dizer.

Lembro de uma historia que um professor de português contou em sala que exemplificava muito bem isso. Era a historia de um filho que morava longe dos pais – qualquer semelhança é mera coincidência – e que certa vez mandou uma carta pra sua família. Ao ler a carta o pai se indignou, achando que o filho estivesse impondo o envio de dinheiro por ele estar sem nenhum. A mãe, ao pegar a mesma carta, usa uma entonação diferente e a interpreta de forma carinhosa. As palavras têm o poder de perdurar, por isso é importante que se escreva bem, de forma explicada, pois uma simples virgula muda todo o contexto de uma frase, assim como as idéias que muitas vezes achamos que estão subentendidas, nem sempre são claras a todas as pessoas.

Cada vez mais ao utilizarmos os meios computacionais para nos comunicarmos com os amigos, ficamos mais preguiçosos para digitar as palavras de forma correta e pontuar corretamente as orações o que acaba levando a muitas confusões. E isso piora ainda mais quando o sistema de comunicação que você utiliza te limita a cento e quarenta caracteres – agora os chatos do twitter devem estar pensando, não se usa microblog pra chat. Foda-se! Eu uso #beijonaomesegue. Algumas coisas não se falam com 140 caracteres e muito menos se explica!

Hoje soube que magoei uma pessoa a quem tenho um grande carinho e respeito. Mas infelizmente consegui reunir minha grosseria, uma brincadeira sem graça resumida a 140 caracteres. O resultado foi uma amiga magoada e minha cara no chão. E como quem não sabe brincar não brinca eu vou ficar de castigo até aprender a brincar com meus amigos.

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domingo, 28 de março de 2010

A primeira a gente nunca esquece! Parte III

Daqui a pouco vocês vão estar enjoados de ler esta frase no meu blog “A primeira a gente nunca esquece”, mas é que a minha aventura de morar sozinho em Brasília sempre me mete em roubadas que eu acabo rindo de mim mesmo ou da situação que me meti.

No natal fui rever minha família e aproveitei pra pegar algumas coisas que ainda estavam lá. Após pagar alguns quilos a mais de excesso de bagagem consegui trazer algumas coisinhas pra me dar um pouco mais de conforto, entre elas um puff e um tapete pra colocar na sala.

Depois de algumas semanas com o mochilão decorando a sala como uma obra de arte surrealista decidi colocar a casa em ordem, a bagunça já estava me incomodando e era hora de botar ordem na casa ou como costumo escutar do meu velho, dar um cobre e alinha – coisas de milico. A arrumação foi longa e árdua regada de muita preguiça e fugidas de casa para relaxar ou comprar mais brejas, afinal, precisava de combustível pra manter o motor funcionando.

Depois de tudo organizado, escolhi um cantinho pra colocar o tapete e o puff, ali passaria ser o meu cantinho de relax, de sentar pra escutar uma musica, de teclar por horas no computador e pra tirar umas sonecas no meio da tarde ou nas madrugadas em que as formigas atacam a cama e me expulsam dela. Tudo perfeito! Mentira!!!! O puff havia sido esvaziado para não fazer volume na mala, era hora de descobrir onde tinha as bolinhas de isopor dos infernos.

Após falar com alguns amigos descobri uma lojinha que tinha e de quebra ainda ganhei uma carona. Cheguei em casa todo feliz com um saco de isopor triturado quase do meu tamanho. Enquanto subia as escadas me sentindo o próprio Papai Noel com seu saco de brinquedos – já sabia que seria motivo pra muita diversão com o tanto de brinquedo (de grego) que tinha lá – comecei a ver a cagada e o rastro que estava deixando de isopor no prédio, tinha certeza que aquilo não terminaria bem.

Comecei a arquitetar um plano perfeito para encher o puff com o mínimo de efeito colateral possível (entenda como bagunça). Estava tudo arquitetado, tinha o plano perfeito e me senti como o Cérebro, do desenho Pink & Cérebro, mas esqueci que neste desenho sempre aparecia o Pink pra detonar os planos - era o saco onde estava todo o isopor.

De inicio o plano parecia infalível e tudo ocorria bem! Até que comecei a ver que vazava um pouco de isopor, mas estava dentro do previsto, sem muito alarde. Até que precisei fazer uns ajustes para que o isopor continuasse a preencher o Puff. Dei uma arrumada aqui outra ali e a merda estava feita! Alguém já tinha me falado que em time que está ganhando não se mexe.  De repente aquele pouco de isopor que caia no chão começou a tomar proporções catastróficas e comecei a ver a minha sala cheia de isopor triturado. Parecia que havia acontecido uma geada.

Qualquer movimento brusco era motivo para espalhar ainda mais o isopor e como não tenho aspirador de pó, só pensava na trabalheira que daria arrumar aquela confusão. Mas não era hora pra ficar pensando muito. Tinha que terminar logo de encher o puff antes que as bolinhas descobrissem os outros cômodos da casa, desespero total.  Com muita calma abri a porta da cozinha e peguei a pá de lixo e a vassoura, mas era uma briga em que o vencedor sempre era o isopor. Era uma puxada na vassoura de um lado e o deslocamento  de ar era suficiente pra espalhar o restante, já estava ficando PUTO! A vontade que tinha era de abrir a varanda,  ligar o ventilador e ficar vendo o isopor voando pra rua, casa dos vizinhos e casa da frente (calma, muita calma). Por sorte percebi que algumas coisas na minha casa estavam atraindo as bolinhas de isopor e com um pequeno teste descobri que era energia estática.

Mas a minha idéia não era tão boa, tinha muito isopor espalhado pela sala e depois de muita ralação e briga com as bolinhas eu consegui desfrutar do meu puff e relaxar por algumas horas.

terça-feira, 23 de março de 2010

Morar sozinho e fugir de casa.

Estar sozinho não significa que sou solitário. Caso o fosse o blog seria “Um Solitário em Brasília”.

A solidão é um sentimento em que se sente falta de algo ou alguém. Eu sei onde encontrar tudo e todos que amo e o que sinto é saudade. Sinto falta de chegar em casa e ter alguém pra conversar, de acordar pela manhã e poder dar bom dia na hora do café ou até mesmo de comentar sobre algo ridículo que passa na TV. O nome disso é saudade.

Às vezes esta saudade aumenta a ponto de querer meus amigos por perto e é quando eu fujo de casa. Esses dias uma amiga me perguntou como podia alguém morar sozinho e fugir de casa, pois bem! É a fuga da saudade, é fugir do eco do meu silencio que me traz recordações de outras épocas em que não precisava estar sozinho em casa, sempre tinha alguém, nem que fosse pra implicar com a minha barba por fazer ou por estar esparramado no sofá por horas.

Fugir de casa é dar um pulo no mercado para ver gente e ficar criando historias para cada personagem que vejo fazendo suas compras. Ou dar uma olhada no twitter e descobri onde vai rolar as farras do #twitterDF e trocar boas idéias acompanhado de figuras muito especiais que surgiram na minha vida e claro, uma breja gelada. É jogar toda a bagunça pra sala e me trancar no quarto e esquecer que a casa está uma bagunça e dormir até a cama ficar com o molde do meu corpo. Fugir de casa é quando resolvo ser meu melhor amigo e não me deixar cair na solidão.

E ainda bem que ninguém falou que seria fácil morar sozinho, pois nesses dias eu iria ligar pro infeliz só pra reclamar por horas. Mas isso não significa que seja ruim morar sozinho e longe da família. Tem dias que adoro estar na minha casinha e fazendo o que gosto, na hora que tenho vontade. Claro que nisso não se enquadra limpar a casa ou lavar louça e roupa,muito menos quando começo a me questionar como fui capaz de fazer tanta bagunça em tão pouco tempo. E acabo rindo sozinho de como sou capaz de zonear um apartamento em tão pouco tempo - é quando agradeço por ele ter apenas um quarto.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ainda Sinto

Sinto eu seu cheiro ao amanhecer
o seu gosto na comida
o seu toque ao adormecer

Sinto você ao meu lado
nos momentos de solidão
e vejo o seu sorriso quando fecho os olhos

sinto que fui feito para amar-te
mesmo sabendo que nunca serei parte de você
meu coração bate por você

É só fechar os olhos que vejo você
e nao consigo parar de pensar como seria ter você agora
você já não pensa em mim
E eu não consigo deixar de desejar você

segunda-feira, 1 de março de 2010

Crise dos 30

No inicio da minha adolescência sonhava com a chegada dos 15 anos. Por algum motivo achei que aquilo mudaria minha vida, mas chegou os 16 e vi que não tinha mudado muita coisa. Só foi mudar mesmo aos 18 quando além de poder dirigir descobri que também poderia ser preso. As inconseqüências deveriam ser melhor analisadas antes de cometê-las, não que eu gostasse, mas era preciso começar a pensar antes de agir. Demorou alguns anos pra isso ser incorporado.

Aos vinte e um fiquei feliz em poder assinar contratos, agora sim era um cidadão dono da minha vida e já podia cavar minha cova assinando empréstimos em bancos. E ficava imaginando como seria aos vinte e cinco. Não sei por que, mas sempre ficava com essas metas de chegar a tal idade e ficava imaginando como seria a partir dali. O que iria mudar, será que eu conseguiria alcançar minhas metas e se não, que rumo teria levado minha vida.

Bom! Não é preciso dizer que nunca consegui realizar nem metade dos meus sonhos e metas e que sempre minha vida estava completamente zoneada e desnorteada se tomasse como base os sonhos passados. Mas sempre estava boa para aquele momento e isto era o suficiente para me deixar feliz.

Agora estou chegando aos trinta e pensava que a crise era só coisa de mulher ou de quem não tem o que fazer. Mas! Nenhum desses dois pontos se enquadra a mim. A vontade de dar uma reviravolta na minha vida e mudar completamente já tinha começado aos vinte e oito e ao completar vinte e nove a coisa intensificou. Comecei mudando de cidade, de emprego e seguindo minha vida solitária neste cerradão. 

Outro dia me peguei pensando como só tem gurizada nas baladas e me dei conta que estou ficando velho. As baladas já não são tão boas como antigamente. Já não tenho mais o pique para virar uma noite na balada e no outro dia ir trabalhar como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Já tenho ressaca, a cabeça dói e a única coisa que desejo é uma cama e muita água.

E quanto ao visual? Esses dias resolvi colocar, novamente, um brinco na orelha e percebi o quão ridículo eu fiquei. Parecia que estava forçando a barra para aparentar mais jovem (um quase coroa descolado), mas na verdade a barba branca e a calvície começando a aparecer fizeram me sentir um pateta! Sem contar na quantidade de rugas que aos poucos estão aparecendo e denunciando no meu sorriso que não sou mais aquele adolescente inconseqüente.

A maturidade traz coisas boas, como a independência e a idéia de que sou dono do meu mundo, mesmo achando que já era assim depois dos quinze. Hoje posso me dar a alguns luxos que antes não tinha como me proporcionar e me divirto com as minhas conquistas, que muitas vezes me deixam rindo sozinho na minha casa.

Mas o pior de tudo é a pressão. Parece que a cada dia que se passa é um dia a menos de vida e a necessidade de construir tudo da noite pro dia aumenta, mas procuro me conformar com uma frase que escutei de uma mulher quase balzaquiana (beirando os trinta como eu): “Não preciso de nada! Sou independente, tenho meu trabalho, pago minhas contas e isso pra mim basta para ser feliz!”. E 
vejo o quanto consegui conquistar em tão pouco tempo. Mas mesmo assim, tem dias que a chegada dos trinta pesa. Mas preciso manter a calma pra não enfiar os pés pelas mãos nem enlouquecer com tudo o que desejo que seja realizado até o final do ano.

Mas por enquanto, o que me resta é aproveitar os meus vinte e nove e todas as incertezas dos trinta. Afinal, uma coisa é certa! Não terei como fugir e quando isto acontecer eu decido como irei conviver sendo um balzaquiano, seja, negando a idade desenvolvendo uma síndrome de Peter Pan ou aceitando a minha calvície e minhas rugas.

A Foto

É interessante como uma foto é capaz de capturar toda a beleza de um momento e anos depois ao ver-la te levar aquele momento. Como mágica se passa um filme em nossa mente e ás vezes somos até capazes de lembrar os mínimos detalhes daquele momento.

A saudade aperta e as lagrimas rolam pelo rosto. Não lagrimas de tristeza, mas lagrimas de alegria por ter vivido um momento tão
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maravilhoso ao lado da minha família que hoje se encontra tão distante e espalhada por este país continental.

Infelizmente a vida nos separou, mas a distância não é suficiente para apagar as lembranças e os momentos felizes que vivemos juntos. Mas não impede que a saudade aperte!